Sport Clube do Bairro

Associao Desportiva, Cultutral e Recreativa

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admin On Agosto - 2 - 2010

Resultados após a fase de Grupos.

Equipas apuradas para os Quartos de Final.

Paulo Cabeleireiros
Clinica Dentária
Minis e Médias
Sobral
Bar Formiga
Escola de Condução Bordal Pinheiro
Porquinhos
Café Gaio

É já este fim de semana que se irá realizar o 2º Torneio de Futebol do Sport Clube do Bairro no Bairro Senhora da Luz.
O Torneio irá contar com a presença de 12 Equipas a lutarem pela a vitória do Torneio no campo de Futebol de relva sintética do Clube.
Venha presenciar este evento em conjunto com o 5º aniversário do Centro de Convívio de Melhor idade a decorrer no Salão do Clube.

Jogos e equipas|    Ficha de jogo

Consulte o Regulamento do Torneio


REGULAMENTO

CAPITULO I

ENTIDADE PROMOTORA

Artº 1º

O 2º torneio de futebol 5 em relva sintética é organizado pelo Sport Clube do Bairro, no Bairro Sra. da luz-Óbibos.

Artº 2º

Á organização compete divulgar e promover o torneio, fornecer o respectivo regulamento,

receber e confirmar as fichas de inscrição, assim como calendarizar e assegurar o seu normal funcionamento.

A) As leis de jogo são as aplicadas nos jogos de futsal, de acordo com o regulamento da F.P.F., excepto as alterações referidas neste regulamento.

Artº 3º

A entidade promotora deve assegurar a participação dos árbitros necessários, dois por cada jogo, o árbitro principal e o árbitro auxiliar, e ainda a presença na mesa de pelo menos um cronometrista, que será sempre o delegado da organização presente.

Artº 4º

Á organização compete afixar nos placares toda a informação e qualquer decisão útil para as equipas participantes consultarem.

Artº 5º

Todas as equipas participantes devem ter seguro ou obrigatoriamente os jogadores têm que assinar uma declaração como se responsabilizam por qualquer acidente que possa ocorrer durante o evento.

A) A organização não se responsabiliza por qualquer acidente de jogadores e pessoas participantes no torneio, nos jogos e balneários.

B) A organização não se responsabiliza por qualquer artigo ou valor deixado nos balneários durante o torneio.


CAPÍTULO II

EQUIPAS PARTICIPANTES

Artº6º

  1. Cada equipa pode inscrever um mínimo de cinco jogadores e o máximo de doze. Em cada jogo podem participar no máximo doze jogadores, respeitando as leis de jogo no que se refere as substituições.
  2. No período decorrente entre o final da 1ª fase e o início da 2ª fase, cada equipa pode optar pela inscrição de mais dois jogadores, mediante o pagamento da taxa suplementar de quinze euros (15 €) por cada jogador. Em cada jogo podem participar um máximo de doze jogadores.
  3. Todos os jogos têm que ter cinco jogadores por equipa no terreno de jogo para se poderem iniciar, se no tempo concedido (10 minutos) não se reunirem tais condições aplica-se o Art. 23º.
  4. Não poderão ser inscritos jogadores com idade inferior a quinze anos.
  5. A organização reserva-se o direito de não aceitar as inscrições de elementos prejudicais ao torneio.

Artº 7º

Da ficha de inscrição, fornecida pela organização, deve constar o nome da equipa, cor do equipamento, número de telefone, o nome dos jogadores e os respectivos números de Bilhetes de Identidade.

  1. Deve ser acompanhada de uma fotocópia de todos os Bilhetes de Identidade.
  2. A organização reserva-se o direito de confirmar a veracidade dos elementos inscritos na ficha de inscrição.
  3. Todos os elementos no início dos jogos têm que ter um documento legal com foto, para que se possam identificar no caso da organização assim o entender.

Artº 8º

  1. Cada jogador deve jogar sempre com o mesmo número na camisola.
  2. Se as equipas intervenientes no mesmo jogo vestirem equipamentos iguais ou parecidos, que no entender da equipa de arbitragem haja necessidade de substituição das camisolas quem tem de o fazer é a equipa que no calendário de jogo esteja posicionada no lugar de visitada.

Artº 9º

  1. Todos os jogadores têm que usar sapatilhas.
  2. È obrigatório o uso de caneleiras.
  3. É permitido o uso de chuteiras com pitons, excepto pitons de alumínio.

CAPÍTULO III

PODER DISCIPLINAR

Artº 10º

A acção disciplinar compete á organização através do seu conselho de disciplina, sendo da sua competência todos os casos disciplinares que ocorram durante os jogos ou nas instalações do Sport Clube do Bairro, respeitante a jogadores, delegados, treinadores, massagistas e ás equipas.

Artº 11º

O poder disciplinar é exercido mediante o conhecimento obtido pelo boletim de jogo, pelos árbitros e por qualquer tipo de observação de algum elemento da organização com comportamento incorrecto.

Artº 12º

De acordo com as leis do jogo de futsal da F.P.F. e consoante a gravidade do comportamento, os participantes estão sujeitos ás seguintes penas.

  1. Advertência
  2. Suspensão
  3. Irradiação

CAPÍTULO IV

PENAS DISCIPLINARES

Artº 13º

Advertências

  1. 1. Todo o jogador a quem seja exibido o 2º cartão amarelo num só jogo e consequente cartão vermelho é punido com: 1 (um) jogo de castigo.
  2. 2. Todo o jogador que acumule em vários jogos três cartões amarelos é punido com 1 (um) jogo de castigo.
  3. 3. Cartões amarelos acumulados por um jogador em jogos anteriores não são limpos pela exibição do cartão vermelho por acumulação no decorrer de um jogo.
  4. 4. Todo o jogador que se apresentar sem caneleiras tem que sair de campo, só podendo entrar devidamente equipado, se reincidir é punido com cartão amarelo.

Artº 14º

Suspensão

  1. Todo o jogador a quem seja exibido o cartão vermelho directo por cuspir ou praticar qualquer outro tipo de agressão á equipa de arbitragem, adversário, elemento participante ou público, é punido com: 3 (três) jogos ou mais, consoante a gravidade da agressão.
  2. Todo o jogador a quem seja exibido o cartão vermelho directo por cortar a bola com as mãos ou fizer qualquer falta que corte jogada de golo eminente, é punido com: 1 (um) jogo de castigo.
  3. Todos os restantes casos são punidos com: 2 (dois) jogos de castigo

Artº 15º

Irradiação

Qualquer comportamento incorrecto por parte de um jogador, delegado, massagista ou treinador, antes durante ou depois de cada jogo, dentro das instalações do Sport Clube do Bairro que não se enquadre nas penalizações previstas nos artigos anteriores, pode se o conselho disciplinar assim o entender, determinar a sua irradiação do torneio, com consequências em provas a realizar á posteriori, se a organização assim o entender.

Artº 16 º

Os jogadores com 2º inscrição, conforme no Artº 6º parágrafo 2, acumulam as penas disciplinares da fase anterior.

Artº 17º

Todos os participantes inscritos, que não sejam jogadores, e que pratiquem actos de indisciplina previstos nos artigos 13º e 14º, são punidos com maior rigor, dado a sua conduta servir de exemplo para os jogadores.

Artº 18º

Qualquer caso omisso neste capítulo é punido nos termos da lei do presente regulamento após análise do conselho de disciplina, a quem compete a decisão soberana.

CAPÍTULO V

CLASSIFICAÇÃO DA DISCIPLINA

Artº 19º

O prémio disciplina é atribuído á equipa com menor coeficiente entre a pontuação final da disciplina e o número de jogos efectuados.

Artº 20º

Os pontos de castigo disciplinar são atribuídos da seguinte forma:

2 pontos: falta de braçadeira

2 pontos: cartão amarelo

6 pontos: cartão vermelho (acumulação de amarelos)

10 pontos: cartão vermelho directo – 1 jogo

20 pontos: cartão vermelho directo – mais de 1 jogo castigo.

50 pontos: cartão vermelho directo – irradiação

Artº 21º

Se no final do torneio estiverem equipas em igualdade na classificação da disciplina o desempate faz-se por ordem decrescente do seguinte modo:

  1. Maior número de jogos
  2. Menor número de cartões vermelhos
  3. Equipa com melhor classificação final

CAPÍTULO VI

CLASSIFICAÇÃO POR EQUIPAS

Artº 22º

Consoante os resultados dos jogos é atribuída a seguinte pontuação:

- Vitória: 3 pontos

- Empate: 1 ponto

- Derrota: 0 pontos

- Falta de comparência: -1 ponto

A) O tempo de espera concedido a qualquer equipa para o início do jogo é de 10 (dez) minutos.

ARTº 23º

A falta de comparência de qualquer equipa é atribuída a derrota pelo resultado de 5 (cinco) a 0 (zero), sem prejuízo do disposto no artigo anterior.

Artº 24 º

A segunda falta de comparência da mesma equipa implica a sua desclassificação e a anulação de todos os jogos já realizados por essa equipa para efeitos de classificação.

Artº 25º

A utilização irregular de qualquer jogador, quer esteja a cumprir algum castigo ou tenha havido prática de fraude na sua utilização implica a atribuição de derrota por 5 (cinco) a 0 (zero) e a subtracção de 3 pontos (-3 pontos).

Artº 26º

As bolas para os jogos a realizar durante o torneio são da responsabilidade da organização.

CAPÍTULO VII

CRITÉRIOS CLASSIFICAÇÃO

Artº 27º

A classificação das equipas dentro do mesmo grupo é definida por ordem decrescente segundo os critérios a seguir mencionados:

1. Maior número de pontos

2. No caso de empate entre duas equipas, o resultado do jogo entre elas

3. No caso de empate entre três ou mais equipas, o maior número de pontos nos jogos entre elas.

4. No caso de empate entre três ou mais equipas, o maior golo-average (diferença entre golos marcados e sofridos) nos jogos realizados entre elas.

5. Maior golo-average (diferença entre marcados e sofridos).

6. Maior coeficiente (divisão golos marcados pelos sofridos).

7. Maior número de golos marcados.

8. Melhor classificação disciplina.

9. Sorteio.

Artº 28º

A classificação final das equipas eliminadas em qualquer fase é feita por ordem decrescente segundo os critérios a seguir mencionados:

  1. Maior pontuação na fase atingida.
  2. Maior número de pontos (soma de todas as fases em que participou).
  3. Maior golo-average (diferença entre golos marcados e golos sofridos) na fase atingida.
  4. Maior golo-average (diferença entre golos marcados e golos sofridos) no somatório das fases em que participou.
  5. Maior coeficiente (divisão dos golos marcados pelos sofridos) no somatório das fases em que participou.
  6. Maior número de golos marcados, no somatório das fases atingidas.
  7. Maior número de golos marcados na fase atingida.
  8. Maior número de golos marcados, no somatório das fases em que participou
  9. Melhor classificação na disciplina.

A) O prémio do melhor marcador é a soma de todos os golos marcados durante o torneio.

Critério desempate:

  1. 1. Menor número de jogos.
  2. 2. Menor número cartões vermelhos.
  3. 3. Menor número cartões amarelos
  4. 4. Menor classificação equipa.
  5. 5. Sorteio.

Artº 29º

A partir dos quartos-final em cada jogo tem que haver um vencedor. Para o efeito e caso no tempo regulamentar subsista uma igualdade no marcador, recorrer-se-á a um prolongamento de dez minutos, dividido em duas partes de cinco minutos, sem intervalo, apenas mudança de campo.

Se ainda assim se mantiverem as equipas empatadas, recorrer-se-á á marcação de grande penalidade:

  1. Os primeiros cinco pontapés de grande penalidade, serão executados pelos cinco jogadores que o treinador escolher para a marcação dos mesmos.
  2. Se após a marcação da primeira série de pontapés de grande penalidade as equipas se mantiverem empatadas, seguir-se-á uma segunda série que terminará logo que uma das equipas se encontre em vantagem, com o mesmo número de penalidades executadas.
  3. Esta segunda série será executada pelos restantes jogadores, só podendo repetir ums grande penalidade quando todos os outros o tiverem feito.

Artº 30º

Este regulamento é aplicado em coordenação com as leis de jogo do futsal da Federação Portuguesa de futebol. Em qualquer caso omisso a organização é soberana na sua apreciação e resolução.

A Organização
Scb – Sport Clube do Bairro


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